Deus envia seu Filho único ao mundo por amor ao homem
Jesus Cristo, o eleito de Deus
"É uma iniciativa gratuita de Deus, o único a quem possa confiar a sua obra e que seja capaz de realizar plenamente o seu desejo.O próprio Deus atesta que em Jesus de Nazaré, ele chega finalmente ao termo da obra que tinha iniciado ao escolher Abraão e Israel". (VTB)
O "Eis o meu eleito!" de Isaías- anunciava o triunfo de Deus. Só Cristo é o eleito de Deus, e não há eleitos senão nele. Ele é a pedra escolhida, a única; aquele que vive um destino único, o do Filho do Homem, e a realizar a própria obra de Deus".
A vinda de Jesus Cristo mostra até onde pode ir a generosidade divina:" a ponto de dar seu próprio Filho (Rm 8,32), num misto de ternura, fidelidade, misericórdia e graça de Deus. Todas as Escrituras relatam a eleição de Israel, e Jesus sabe que todas têm em vista a ele ( Lc 24,27; Jo 5,46) o que suscita a vontade de servir e de cumprir até o fim aquilo que tem ser cumprido" (Jo 4,34). (VTB )
"Em Jesus Cristo, Deus se revelou de maneira definitiva e total: tendo dado seu próprio Filho, não tem mais nada para reservar a si e não pode senão dar ( cf. Rm 8,23).A certeza básica da Igreja é: com a vida, morte e ressurreição de Jesus, Deus se realizou o seu gesto supremo e que todo homem pode doravante ter acesso a ele. " Esse Jesus crucificado . . . Deus o fez Senhor e Cristo . . . a promessa é para vós, para vossos filhos e para aqueles que estão longe" ( At 2,36-39)." Por ele arrependimento e remissão dos pecados" ( At 5,31). Deus está a nosso alcance, por uma demonstração inaudita de poder e amor, na pessoa de Cristo, ele se oferece a quem o quer receber. Em Jesus Cristo, Deus mesmo nos dá a prova decisiva do seu gesto de amor. Entregando à morte por nós, "o seu filho bem-amado" ( Mc 1,11; 12,6), sua prova de amor pela humanidade. (VTB - p.226)
"Aderir a Jesus na fé é conhecer o verdadeiro Deus: "a vida eterna é . . . conhecer o único verdadeiro Deus e o seu enviado, Jesus Cristo" ( Jo 17,3).
"Ele é o único mediador entre Deus e os homens." Mediador pelo fato de ser Deus-Homem.. Traz em Si o mundo da divindade, todo o Mistério trinitário e ao mesmo tempo o mistério da vida no tempo e na imortalidade. É verdadeiro homem. N'Ele o divino não se confunde com o humano. Permanece algo essencialmente divino". (João Paulo II)
"Cristo absolutamente original, ser único e irrepetível! "Cristo não se assemelha nem a Maomé, nem a Sócrates, nem a Buda. Não fala apenas como Maomé, promulgando princípios de disciplina religiosa, a quem devem ater-se todos os que adoram a Deus. Cristo não é simplesmente um sábio no sentido em que foi Sócrates, cuja livre aceitação da morte em nome da verdade tem, no entanto, traços de semelhança com o sacrifício da cruz. Menos ainda é parecido com Buda, com sua negação de todo o mundo criado. Buda tem razão ao não ver a possibilidade de salvação para o homem na criação, mas se engana quando por esse motivo recusa a todo o mundo criado qualquer valor para o homem. Cristo não faz isto nem pode fazê-lo, pois é a testemunha eterna do Pai e daquele amor que o Pai tem por Sua criatura desde o início. O Criador, desde o princípio vê um múltiplo bem na obra criada e faz o homem a sua imagem semelhança." (João Paulo II ).
Missão de Jesus :- "O Filho do Homem veio . . . para anunciar o Evangelho, para aperfeiçoar a Lei e profetas, chamar não os justos, mas os pecadores, procurar e salvar o que estava perdido, servir e dar a sua vida em resgate ( Mc 10,45p)...Veio dar testemunho de Deus e de seu reino diante de todas as nações do mundo. O único desejo de Jesus é fazer a vontade d'Aquele que o enviou, realizar as suas obras e dizer o que dele ouviu. A fé que ele exige dos homens é uma fé na sua missão, isto implica ao mesmo tempo a fé no Filho como enviado e, a fé no Pai que o enviou".
"A missão de Jesus se prolonga pela missão de seus profetas enviados, os Doze Apóstolos - Jesus os envia para pregar o Evangelho e curar os enfermos. Jesus diz: "Quem vos ouve a mim ouve, quem vos rejeita a mim rejeita e quem me rejeita, rejeita Aquele que me enviou" (Jo 13,20) "Como o Pai me enviou , também vos envio" (20,21). Todas as missões dos enviados divinos são relativos ao desígnios da salvação." (VTB p.601)
Jesus e a Igreja: "Cristo, desde o início, se acha no centro da fé e da vida da Igreja que confessa: "Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo". Assim confessa através dos séculos, juntamente com todos aqueles aos quais o Pai revelou o Filho no Espírito Santo revelou o Pai" (Mt 11,25-27).(João Paulo II)
A Revelação é definitiva: "Só se pode aceitá-la ou rejeitá-la. Pode aceitá-la confessando Deus Pai Onipotente Criador do céu e da Terra, e Jesus Cristo, o Filho, da mesma substância do Pai e o Espírito Santo que é Senhor e dá a vida". (João Paulo II)
"Somente Deus pode dar ao homem a vida eterna, um dom divino (Jo 3,16).
"O Filho do Homem não veio para julgar o mundo, mas para salvá-lo. ". Salvar significa libertar-se do mal, da morte do ser, da perda da vida em Deus". (João Paulo II).
Jesus no Plano de Salvação:- "O próprio Jesus se vê no centro do plano de Deus, no seu envio pelo Pai e sua vinda a este mundo, o cumprimento da vontade do Pai, a sua paixão" ( Mt 5,17 ) Se Ele prega a Boa Nova do Reino, cura os doentes e expulsa os demônios é para significar que Ele é Aquele que devia vir e que o Reino chegou, atingindo sua etapa decisiva. ( Mt 4,17.23p ).O Evangelho que é proclamado frente ao mundo já não é somente o Evangelho do Reino, é o Evangelho da salvação que chegou em Jesus, o Messias e Filho de Deus, salvação a partir de agora acessível a todos os homens que creem em seu Nome" (At 2,36.39)
" Em Jesus Cristo, o Reino de Deus está presente e sua Palavra produz o efeito: os que nele creem têm a plenitude da sua alegria, não se trata de um entusiasmo passageiro que Palavra suscita e a tribulação destrói, mas uma alegria que é fruto do Espírito que faz os Apóstolos cantarem nas piores provações (Jo.16,22). (VTB).
A existência de Jesus é a revelação concreta do amor de Deus. "Jesus é o homem que realiza o diálogo filial com Deus e dele dá testemunho diante dos homens. Jesus é Deus que vem viver em plena humanidade o seu amor e faz ouvir o seu ardente apelo. Na pessoa de Jesus, o homem ama a Deus e é amado por ele. Esse amor pede reciprocidade, cumprimento dos preceitos. É em Jesus que se lhe presta obediência e amando-O, ama-se o Pai. Amar Jesus é guardar integralmente sua Palavra e segui-lo, renunciando a tudo que impede sua relação com Deus." (VTB)
A adesão ao amor divino - "não é questão de encontro físico, nem raciocínio humano; para ele requer o dom do Espírito, que cria no homem um coração novo e uma vida transformada pela graça. Todo homem precisa do Espírito para poder dizer "Pai" e glorificar a Cristo, e o homem chega por esse caminho a um conhecimento mais profundo dos desígnios divinos. Deus quer levar os homens a uma vida de comunhão com Ele. É esta idéia fundamental para a doutrina da salvação, que se expressa no tema Aliança".(VTB)
Reflexão: - Só em Jesus Cristo encontraremos o verdadeiro sentido da vida, experimentaremos o amor que tanto buscamos, a felicidade que desejamos e o repouso da alma em Deus. Jesus é luz na vida daqueles que o seguem.
Fonte: -As Escrituras Sagradas, a Bíblia.
-VTB - Vocabulário de Teologia Bíblica, Ed Vozes
- Cruzando o Limiar da Esperança por Sua santidade João Paulo II - de Vittório Messori - Ed. Francisco Alves - 1a. edição - 1994.
-Imagem de Cristo: imagem-de-cristo-1195541145_cristo_024 jpg - fabiomw.com.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Existe verdadeiramente um Deus no céu ?
Deus existe, é o Senhor da Criação: "EU SOU aquele que é" (Ex 3,14)
A revelação do Deus invisível na humanidade visível de Jesus Cristo
Ao ler as sábias declarações do Papa João Paulo II na entrevista realizada pelo jornalista do livro Cruzando o Limiar da Esperança, considerei preciosas as informações sobre a existência de Deus. Achei providencial transcrever algumas delas, colocando inclusive como título desta página a pergunta do entrevistador: "Existe verdadeiramente um Deus no céu?". Considerando que muitas pessoas têm dúvidas nos dias de hoje, talvez não tiveram acesso a esse conhecimento, 'a certeza da existência de Deus', por não ter tido oportunidade de ir ao encontro da Verdade sobre Deus.
A revelação do Deus invisível na humanidade visível de Jesus Cristo
Ao ler as sábias declarações do Papa João Paulo II na entrevista realizada pelo jornalista do livro Cruzando o Limiar da Esperança, considerei preciosas as informações sobre a existência de Deus. Achei providencial transcrever algumas delas, colocando inclusive como título desta página a pergunta do entrevistador: "Existe verdadeiramente um Deus no céu?". Considerando que muitas pessoas têm dúvidas nos dias de hoje, talvez não tiveram acesso a esse conhecimento, 'a certeza da existência de Deus', por não ter tido oportunidade de ir ao encontro da Verdade sobre Deus.
DEUS existe
Respondendo a essa e outras perguntas, Sua Santidade o Papa fala:
Respondendo a essa e outras perguntas, Sua Santidade o Papa fala:
"A pergunta sobre a existência de Deus se acha intimamente ligada à finalidade da existência humana. Não é só uma questão intelectual, que diz respeito à inteligência mas também, uma questão que se refere a toda existência humana" (GS 10 ).
"A Deus ninguém nunca viu ( nem pode ver) "(cf .Jo 1,18). Toda vida humana é o "co-existir" na dimensão cotidiana - "tu" e "eu - e também na dimensão absoluta e definitiva " eu" e "TU". A tradição gira em torno deste TU, que é antes de mais nada o Deus de Abraão, Isaac, Moisés e Jacó, o Deus dos Patriarcas, e depois o Deus de Jesus Cristo e dos Apóstolos, o Deus da fé.
"Nossa fé vem dos nossos antepassados, do povo eleito por Deus e na comunhão com este eterno TU. Tal coexistência é essencial para a nossa tradição judeu-cristão e provém da iniciativa do próprio Deus. Ela está na linha da criação, da qual é o prolongamento, e é como ensina o Apóstolo Paulo, ao mesmo tempo "a terna eleição do homem no Verbo que é o Filho" (cf. Ef 1,4).- ( João Paulo II, p. 52)
" A auto-revelação de Deus se efetua em particular no Seu "humanizar-se". Deus verdadeiramente se fez homem no Seu Filho, que nasceu da Virgem Maria. Mais tarde através da Paixão, da Cruz e da Ressurreição, A auto-revelação do Deus na história do homem atingiu o ápice: a revelação do Deus invisível na humanidade visível de Jesus Cristo."
" Os Apóstolos pediam a Cristo: " Mostra-nos o Pai" (Jo 14,8). Sua resposta é até hoje uma resposta chave:" mostra-nos o Pai?! Não credes que eu estou no Pai e o Pai está em mim?...Crede em mim... Ao menos, crede por causa das obras...Eu e o Pai somos um" (cf. Jo 14,9-11; 10,30). As palavras de Jesus vão muito longe. Aqui, estamos diante de uma experiência direta, aquela que aspira o homem contemporâneo. Mas não é o conhecimento "face a face" (I Cor 13,12), o conhecimento de Deus como Deus.
"O homem não estava em condição de suportar tamanha proximidade de Deus, e começaram os protestos. Foi "escândalo para os judeus, loucura para os pagãos". Sinagoga e depois o islamismo não aceitaram um Deus tão humano."Isto não combina com Deus! "protestam eles." Ele tem que permanecer absolutamente transcendente, deve permanecer pura Majestade. Certamente. Majestade cheia de misericórdia, mas não ao ponto de pagar as culpas da própria criatura, seus pecados.
"Deus se desvelou ao homem, no que tem de mais divino, no que é Sua vida íntima: desvelou seu Próprio mistério. Não se preocupou que o desvelamento O ofuscaria aos olhos do homem, porque o homem não é capaz de suportar o excesso de Mistério. O homem ainda não tem consciência que Deus é Aquele no qual "vivemos, nos movemos e existimos", (cf. At 1,28). (João Paulo II, p.55, 56)
" Pergunta-se se Jesus deveria ser confirmado por sua Morte e Ressurreição? São Paulo diz: "Mas se Cristo não ressuscitou, é vã nossa pregação, é vã nossa fé.(1 Cor 15,14). Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e os homens."
Se Deus é Amor por que tanto mal?
"Sem dúvida, Deus condena toda injustiça violenta. Deus se faz defensor das vítimas das injustiças dos homens e mais especialmente do órfão, da viúva e do pobre. Deus é Amor, mas a vontade de amor de Deus se esbarra na vontade pecadora do homem. A história de Adão é sempre atual, a raiz do mal que se instalou no ser humano desde seu nascimento; o homem se afastou de Deus e sem Deus no coração, suas obras são más."
Deus o fez livre, mas o pecado o fez escravo - " Deus criou o homem dotado de razão e liberdade, e por isso, submeteu-se ao seu próprio juízo . Ao juízo do homem vem somar-se a intervenção do espírito maligno, que com perspicácia maior ainda se acha disposto a julgar não só o homem, mas também a ação de Deus na história da humanidade".
" Diante da liberdade humana, Deus quis se fazer-Se "impotente". A sabedoria e onipotência de Deus se põem, por livre escolha, a serviço da criatura. Se na história humana está presente o sofrimento, compreende-se porque Sua onipotência se manifestou com a onipotência da humilhação mediante a Cruz. O escândalo da Cruz é para sempre a chave de interpretação do grande mistério do sofrimento, que pertence à história da humanidade. Cristo crucificado é uma prova da solidariedade de Deus com o homem sofredor. Deus fica ao lado do homem e o faz de modo radical: " Aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo, por solidariedade aos homens. E humilhou-se fazendo-se obediente até a morte, morte de cruz". ( Fl 2,7-8). Tudo se encerra nisto: os sofrimentos individuais e coletivos, os sofrimento causados pelas forças naturais, e os causados pela livre vontade humana, as guerras, os holocaustos: o dos judeus e o dos escravos negros da África. Deus está sempre junto dos sofredores".
"Este mundo na verdade foi reduzido à servidão do pecado, mas "Deus entregou Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" ( Jo 3,!6). O Cristo crucificado quebrou o poder do maligno e o libertou, para se transformar de acordo com o plano de Deus até chegar à consumação. Cristo dizia aos Apóstolos: "Coragem, pois eu venci o mundo!".
" Deus é Amor, por isso entregou ao mundo Seu Filho, para revelá-Lo com amor. Cristo é Aquele que amou até o fim, isto é até o último suspiro. (Jo 13,1). 'Até o fim' - quer dizer: aceitando todas as consequências do pecado do homem, assumindo-o sobre si, as nossas dores, como afirmara o profeta Isaías: "Todos nós andávamos extraviados como ovelhas, cada um de nós se desviava para o próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós" (Is 53,4.6). O Homem das dores é a revelação daquele Amor que "tudo suporta" (cf. 1Cor 13,13).Ele revela que Deus não apenas é Amor, mas derrama o amor em nossos corações por meio do Espírito Santo" (cf. Rm 5,5). Assim, nos encontramos no próprio centro da história da salvação. E salvar quer dizer libertar do mal. Mal ainda mais radical é o homem ver-se rejeitado por Deus, isto é a eterna condenação como consequência da rejeição de Deus por parte do homem. E o que é esta vida eterna? Ela é a felicidade que vem da união com Deus. Cristo nos afirma: "A vida eterna consiste em que te conheçam a ti, um só Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo que enviaste".(Jo 17,3).A união com Deus se efetua na visão do Ser divino "face a face".
"Os julgamentos de Deus na história de cada um -"A fé no julgamento de Deus é um dado fundamental, que jamais se põe em dúvida. Nenhum pecador dele pode escapar. Será julgado com a mesma medida que se tiver aplicado ao próximo. Deus julgará cada um segundo as próprias obras, sem fazer acepção de pessoas." (VTB). Contudo, o amor de Deus por nós já se manifestou em Cristo e aqueles que vivem segundo os ensinamentos do Senhor, nada tem a temer. Cristo é o único mediador entre Deus e os homens. É mediador pelo fato de ser Deus-Homem. N'Ele o divino não se confunde com o humano. "O filho do Homem não veio para julgar o mundo, mas para salvá-lo" (cf. Jo 3,17)
"Convencer do pecado quer dizer criar as condições para a salvação:A primeira condição da salvação é ter consciência da própria pecaminosidade, da hereditariedade do pecado; é também necessário reconhecer pecador e confessá-lo diante de Deus, ou seja receber esta confissão para salvar o homem. Portanto, salvar é abraçar e soerguer com amor redentor, com amor que é sempre maior que qualquer pecado" (João Paulo II)
"Convencer do pecado quer dizer criar as condições para a salvação:A primeira condição da salvação é ter consciência da própria pecaminosidade, da hereditariedade do pecado; é também necessário reconhecer pecador e confessá-lo diante de Deus, ou seja receber esta confissão para salvar o homem. Portanto, salvar é abraçar e soerguer com amor redentor, com amor que é sempre maior que qualquer pecado" (João Paulo II)
REFLEXÃO: Deus existe e está presente nos corações e na história daqueles que o acolhem e seguem os seus preceitos, cujos frutos são de fraternidade e amor ao próximo: a luta pela dignidade humana, pela justiça e pela edificação do homem como pessoa.
O mal no mundo- vem com a corrupção do homem, o pecado. "O abandono a Deus, fazendo-se deus do seu próprio destino e a prática de todo tipo de maldade e injustiças sociais que tem como consequência os sofrimentos da humanidade. "Uma cegueira tão obstinada não se explica senão pela influência perversa de Satanás: o pecado escravizando o homem" (João Paulo II a/ Messori). O materialismo, a idolatria, a mentira, o dinheiro como senhor das pessoas; a vaidade do poder, do ser, do ter, o egoísmo, o orgulho e a ausência de Deus no coração do homem, levam à prática de obras más. A ganância, caracterizada pelos falsos doutores que sob a aparência de justos, procuram o lucro desenfreado a custa da exploração do homem pelo próprio homem, gerando miséria, violência moral e social de toda espécie, além da banalização da vida.
"Deus nos fez livres, portanto, responsáveis pelos nossos atos. Nossa responsabilidade é pessoal e social, é uma responsabilidade diante de Deus. Quando nascemos, Deus não pediu nossa participação, recebemos de graça o dom da vida. Com a liberdade concedida e diante das transgressões praticadas Deus nos chama à conversão, através de Jesus Cristo, o caminho de salvação. Ele é amor e misericórdia." (João Paulo II a/Messori) Somente Deus pode nos salvar, contando com nossa colaboração. "Jesus Cristo deu testemunho não só da existência de Deus, da vida e da imortalidade, a qual Deus chama todo homem" ( João Paulo a/Messori). Sejamos portanto seus seguidores.
Fonte: -Cruzando o Limiar da Esperança /Depoimentos de João Paulo II a/ Vitório Messori - Francisco Alves, 1994 - 1a.edição.
- VTB -Vocabulário de Teologia Bíblica- 5a. edição, Editora Vozes
- Imagem de Deus: Deus-7497 jpg - valdecionoticias.blogspot.com
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sábado, 5 de maio de 2012
Profetas, os mensageiros de Deus
Deus se comunica com seu povo eleito, através dos Profetas
Deus escolheu os profetas e os envia para trabalhar no seu reino, o plano de Salvação.
"O profeta é o mensageiro e interprete da palavra de Deus. O espírito do Senhor os unge e fica sobre eles ao anunciar a boa nova a todos, principalmente aos pobres, a curar os quebrantados de coração, proclamar a liberdade aos cativos, a libertação aos que estão presos..."
Eles são os amigos de Deus, aqueles que ouvem a sua voz, seus preceitos e os põem em prática. Ao chamado de Deus, responde cada qual com seu temperamento pessoal. Deus, Senhor da vida, não exige de suas criaturas frutos sem lhes dar os meios.
A mensagem profética raramente se dirige a um individuo, exceto em algumas situações. Ela o faz num contexto mais amplo, às nações, reis e reinados. Sua mensagem refere-se ao presente e futuro. Só lentamente é que Israel chegou a definição do monoteísmo: a afirmação da existência de um Deus único. A partir daí, Israel não reconhecia senão Iahweh, o Senhor dos homens e da história. Esse reconhecimento foi fruto da pregação dos profetas inspirados por Deus. Sua moral está fundada no direito promulgado por Deus. À Santidade de Deus se opõe a impureza do homem. Os profetas pregam insistentemente que o pecado separa o homem de Deus, é um atentado contra o Deus de justiça, o Deus de amor, contra o Deus de santidade. É a morte do ser.
Os profetas têm como missão, pregar o reino de Deus, denunciar o pecado, o dos chefes e o do povo e chamá-los à conversão dos corações, a uma mudança de vida. O pecado se torna uma realidade bem concreta na nossa vida e ficamos sabendo no que dá o abandono de Deus: corrupção, violências, rapinas, julgamentos iníquos, homicídios, usura e todas as desordens sociais.
Assim diz Iahweh: "Foram vossas iniquidades que criaram um abismo entre vós e eu. Por causa de vossos pecados ele escondeu o seu rosto de vós, para não vos ouvir. Com efeito, vossas mãos estão manchadas de sangue e vossos dedos de iniquidades; vossos lábios falam mentiras e vossa língua profere maldade. Não há quem acuse com justiça, não há quem mova uma causa com lealdade. Todos põem a confiança em coisas vãs e pronunciam falsidades, concebem a fadiga e dão à luz à iniquidades.
Seus pés correm atrás do mal, seus pensamentos são iníquos..." Lançai para fora todas as coisas abomináveis que seduzem vossos olhos, não contamineis com os ídolos que vos escravizam, porque eu sou vosso Deus. Escutai minha voz , e eu serei vosso Deus. Andai segundo meus estatutos, observai minhas normas e praticai-as.
"Permanecei firmes portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão. Aguardai, no Espírito, a esperança da justiça que vem da fé agindo na caridade. Que a liberdade não sirva de pretexto para a carne, mas pela caridade, colocai-vos a serviço uns dos outros. Ora, os frutos da carne são manifestas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, rixas, ciúme, iras, discussões, discórdia, divisões invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos previno. Os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus. É para a liberdade que Cristo nos libertou. Mas, o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longevidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio, pois os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com suas paixões e desejos. A generosidade de Deus derrama sobre toda a carne, a sua graça não permanece guardada, somente pelo "amor por vós e fidelidade à palavra jurada aos vossos pais."
"Deus exige fidelidade do seu povo à Aliança que ele renova livremente. Se Abraão e Moisés são modelos de fidelidade, Israel no seu conjunto imita a infidelidade da geração do deserto. E onde não se é fiel a Deus, a fidelidade para com os homens desaparece. Só lentamente é que Israel chegou a definição do monoteísmo: a afirmação da existência de um Deus único. A partir daí, Israel não reconhecia senão Iahweh, o Senhor dos homens e da história. Esse reconhecimento foi fruto da pregação dos profetas inspirados por Deus. Sua moral está fundada no direito promulgado por Deus. À Santidade de Deus se opõe a impureza do homem. Os profetas pregam insistentemente que o pecado separa o homem de Deus, é um atentado contra o Deus de justiça, o Deus de amor, contra o Deus de santidade. Exortam à conversão.
"A confiança que é condição para a fidelidade, pois o amor cuja prova é a fidelidade perseverante. Os que permanecem no amor terão, só eles, plena segurança no dia do julgamento e da vinda de Cristo, pois o perfeito amor desterra o temor. Deveis santificar o dia do Senhor de modo que seja um sinal entre mim e vós, para que saiba que eu sou vosso Deus."
Dentre outros profetas, citamos:
" -Abraão, o pai da multidão das nações e também o pai na fé, modelo de fidelidade
-Moisés, profeta da libertação do povo de Israel do Egito, dos prodígios diante do Faraó
-Samuel, foi o amado pelo Senhor, ele estabeleceu a realeza e ungiu os chefes estabelecidos.
-Isaías, foi a luz das nações e testemunho da verdadeira fé.
-Jeremias, de alma terna feita para amar foi enviado para "arrancar e destruir, para exterminar e demolir". Denunciou a apostasia de Israel, o desvio de Israel, a corrupção moral de Judá, as desgraças das guerras, os exilados; pregando à conversão, a Aliança e o culto verdadeiro ao Deus único.
-Ezequiel, foi considerado o pai do judaísmo; é sobretudo um homem de visões, sua doutrina tem como núcleo a renovação interior: é preciso criar um coração novo e um espírito novo. O próprio Deus dá um coração "novo", e fundirá no homem um espírito "novo", cuja benevolência divina previne o arrependimento e a graça. Denuncia os pecados de Israel, o castigo, os falsos profetas, a idolatria e a infidelidades de Israel, a espada de Iahweh contra os crimes de Jerusalém, a profecia dos ossos secos, além de outros...
-Daniel, interprete de sonhos e visões . Deus concedeu a Daniel e mais três jovens hebreus a ciência e a instrução nos domínios da literatura e da sabedoria, denunciam a condenação dos judeus.
Os Profetas, Jeremias, Zacarias, Daniel, já profetizavam a vinda do Messias, Isaías profetizava sobre o Servo sofredor, a paixão e morte do Salvador. O profeta Ezequiel, sem dúvida esperava a vinda de um novo Davi, quando nenhum descendente estava mais no trono".
REFLEXÃO:
Deus ama o pecador, só não ama o pecado. O pecado é a morte, a morte do ser, uma ruptura com a Aliança de Deus. Entretanto, ele é um Deus misericordioso, pronto para o perdão. Ele quer nos dar a vida e vida em abundância. Não poupou nem seu próprio filho Jesus por amor à humanidade, por amor a você, por amor a mim.
"Deus aproxima daqueles que o invocam, os que o invocam com sinceridade de coração. O Senhor nosso Deus nos diz: "Escutai a minha voz, e eu serei vosso Deus e vós sereis o meu povo. Andai em todo caminho que eu vos ordeno para que vos suceda bem. E não escutaram nem prestaram ouvido; andam conforme os seus desígnios, na dureza de seu coração perverso e deram as costas em vez da face."
"Quando em sua oração um homem não se lembra de suas ações, ele está se esforçando em vão com sua oração. Auto conhecer-se é uma condição para a oração. Se quiseres chegar ao conhecimento de Deus, procura antes conhecer-te a ti mesmo" (Anselm Grün)
Fontes: -As Escrituras Sagradas- Os profetas -Introdução/ livros proféticos
-Vocabulário de Teologia Bíblica, Ed. Vozes, 5a. edição
-Oração de Autoconhecimento, de Anselm Grün, Ed. Vozes- 3a. edição
- Imagem para exemplificar os Profetas: IwjaI 0044 bpg bíblicasimagens.blogspot.com. Galeria de Imagens Bíblicas
"O profeta é o mensageiro e interprete da palavra de Deus. O espírito do Senhor os unge e fica sobre eles ao anunciar a boa nova a todos, principalmente aos pobres, a curar os quebrantados de coração, proclamar a liberdade aos cativos, a libertação aos que estão presos..."
Eles são os amigos de Deus, aqueles que ouvem a sua voz, seus preceitos e os põem em prática. Ao chamado de Deus, responde cada qual com seu temperamento pessoal. Deus, Senhor da vida, não exige de suas criaturas frutos sem lhes dar os meios.
A mensagem profética raramente se dirige a um individuo, exceto em algumas situações. Ela o faz num contexto mais amplo, às nações, reis e reinados. Sua mensagem refere-se ao presente e futuro. Só lentamente é que Israel chegou a definição do monoteísmo: a afirmação da existência de um Deus único. A partir daí, Israel não reconhecia senão Iahweh, o Senhor dos homens e da história. Esse reconhecimento foi fruto da pregação dos profetas inspirados por Deus. Sua moral está fundada no direito promulgado por Deus. À Santidade de Deus se opõe a impureza do homem. Os profetas pregam insistentemente que o pecado separa o homem de Deus, é um atentado contra o Deus de justiça, o Deus de amor, contra o Deus de santidade. É a morte do ser.
Os profetas têm como missão, pregar o reino de Deus, denunciar o pecado, o dos chefes e o do povo e chamá-los à conversão dos corações, a uma mudança de vida. O pecado se torna uma realidade bem concreta na nossa vida e ficamos sabendo no que dá o abandono de Deus: corrupção, violências, rapinas, julgamentos iníquos, homicídios, usura e todas as desordens sociais.
Assim diz Iahweh: "Foram vossas iniquidades que criaram um abismo entre vós e eu. Por causa de vossos pecados ele escondeu o seu rosto de vós, para não vos ouvir. Com efeito, vossas mãos estão manchadas de sangue e vossos dedos de iniquidades; vossos lábios falam mentiras e vossa língua profere maldade. Não há quem acuse com justiça, não há quem mova uma causa com lealdade. Todos põem a confiança em coisas vãs e pronunciam falsidades, concebem a fadiga e dão à luz à iniquidades.
Seus pés correm atrás do mal, seus pensamentos são iníquos..." Lançai para fora todas as coisas abomináveis que seduzem vossos olhos, não contamineis com os ídolos que vos escravizam, porque eu sou vosso Deus. Escutai minha voz , e eu serei vosso Deus. Andai segundo meus estatutos, observai minhas normas e praticai-as.
"Permanecei firmes portanto, e não vos deixeis prender de novo ao jugo da escravidão. Aguardai, no Espírito, a esperança da justiça que vem da fé agindo na caridade. Que a liberdade não sirva de pretexto para a carne, mas pela caridade, colocai-vos a serviço uns dos outros. Ora, os frutos da carne são manifestas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, rixas, ciúme, iras, discussões, discórdia, divisões invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos previno. Os que praticam tais coisas não herdarão o reino de Deus. É para a liberdade que Cristo nos libertou. Mas, o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longevidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio, pois os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com suas paixões e desejos. A generosidade de Deus derrama sobre toda a carne, a sua graça não permanece guardada, somente pelo "amor por vós e fidelidade à palavra jurada aos vossos pais."
"Deus exige fidelidade do seu povo à Aliança que ele renova livremente. Se Abraão e Moisés são modelos de fidelidade, Israel no seu conjunto imita a infidelidade da geração do deserto. E onde não se é fiel a Deus, a fidelidade para com os homens desaparece. Só lentamente é que Israel chegou a definição do monoteísmo: a afirmação da existência de um Deus único. A partir daí, Israel não reconhecia senão Iahweh, o Senhor dos homens e da história. Esse reconhecimento foi fruto da pregação dos profetas inspirados por Deus. Sua moral está fundada no direito promulgado por Deus. À Santidade de Deus se opõe a impureza do homem. Os profetas pregam insistentemente que o pecado separa o homem de Deus, é um atentado contra o Deus de justiça, o Deus de amor, contra o Deus de santidade. Exortam à conversão.
"A confiança que é condição para a fidelidade, pois o amor cuja prova é a fidelidade perseverante. Os que permanecem no amor terão, só eles, plena segurança no dia do julgamento e da vinda de Cristo, pois o perfeito amor desterra o temor. Deveis santificar o dia do Senhor de modo que seja um sinal entre mim e vós, para que saiba que eu sou vosso Deus."
Dentre outros profetas, citamos:
" -Abraão, o pai da multidão das nações e também o pai na fé, modelo de fidelidade
-Moisés, profeta da libertação do povo de Israel do Egito, dos prodígios diante do Faraó
-Samuel, foi o amado pelo Senhor, ele estabeleceu a realeza e ungiu os chefes estabelecidos.
-Isaías, foi a luz das nações e testemunho da verdadeira fé.
-Jeremias, de alma terna feita para amar foi enviado para "arrancar e destruir, para exterminar e demolir". Denunciou a apostasia de Israel, o desvio de Israel, a corrupção moral de Judá, as desgraças das guerras, os exilados; pregando à conversão, a Aliança e o culto verdadeiro ao Deus único.
-Ezequiel, foi considerado o pai do judaísmo; é sobretudo um homem de visões, sua doutrina tem como núcleo a renovação interior: é preciso criar um coração novo e um espírito novo. O próprio Deus dá um coração "novo", e fundirá no homem um espírito "novo", cuja benevolência divina previne o arrependimento e a graça. Denuncia os pecados de Israel, o castigo, os falsos profetas, a idolatria e a infidelidades de Israel, a espada de Iahweh contra os crimes de Jerusalém, a profecia dos ossos secos, além de outros...
-Daniel, interprete de sonhos e visões . Deus concedeu a Daniel e mais três jovens hebreus a ciência e a instrução nos domínios da literatura e da sabedoria, denunciam a condenação dos judeus.
Os Profetas, Jeremias, Zacarias, Daniel, já profetizavam a vinda do Messias, Isaías profetizava sobre o Servo sofredor, a paixão e morte do Salvador. O profeta Ezequiel, sem dúvida esperava a vinda de um novo Davi, quando nenhum descendente estava mais no trono".
REFLEXÃO:
Deus ama o pecador, só não ama o pecado. O pecado é a morte, a morte do ser, uma ruptura com a Aliança de Deus. Entretanto, ele é um Deus misericordioso, pronto para o perdão. Ele quer nos dar a vida e vida em abundância. Não poupou nem seu próprio filho Jesus por amor à humanidade, por amor a você, por amor a mim.
"Deus aproxima daqueles que o invocam, os que o invocam com sinceridade de coração. O Senhor nosso Deus nos diz: "Escutai a minha voz, e eu serei vosso Deus e vós sereis o meu povo. Andai em todo caminho que eu vos ordeno para que vos suceda bem. E não escutaram nem prestaram ouvido; andam conforme os seus desígnios, na dureza de seu coração perverso e deram as costas em vez da face."
"Quando em sua oração um homem não se lembra de suas ações, ele está se esforçando em vão com sua oração. Auto conhecer-se é uma condição para a oração. Se quiseres chegar ao conhecimento de Deus, procura antes conhecer-te a ti mesmo" (Anselm Grün)
Fontes: -As Escrituras Sagradas- Os profetas -Introdução/ livros proféticos
-Vocabulário de Teologia Bíblica, Ed. Vozes, 5a. edição
-Oração de Autoconhecimento, de Anselm Grün, Ed. Vozes- 3a. edição
- Imagem para exemplificar os Profetas: IwjaI 0044 bpg bíblicasimagens.blogspot.com. Galeria de Imagens Bíblicas
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Êxodo - A travessia do homem à uma vida nova
LIBERTAÇÃO DA ESCRAVIDÃO DO PECADO
"Se ouvirdes minha voz e guardardes a minha aliança, sereis para mim uma propriedade peculiar entre todos os povos"
CAMINHANDO ATRAVÉS DAS ESCRITURAS:
"Da descendência de Isaac nasceram: Isaú e Jacó. A luta dos filhos gêmeos, no seio materno é presságio da hostilidade de dois povos irmãos, os edomitas descendentes de Isaú, e os israelitas descendentes de Jacó. Este intercepta a bênção de Isaac, seu pai, e fica com a bênção de Isaú, seu irmão. Jacó permaneceu na terra de seu pai, Canaã e Isaú em Edom. O povo descendente de Isaú, os edomitas foram subjugados por Davi e posteriormente libertados, sob Jorão de Judá. José, filho de Jacó foi vendido pelo irmão aos ismaelistas que estavam a caminho do Egito, onde Deus age na história de José e sua família com a interpretação dos sonhos do Faraó por José."(Livro de Gênesis)
ISRAEL, O POVO ELEITO NO EGITO:
ÊXODO - SAÍDA, SUA LIBERTAÇÃO DA ESCRAVIDÃO "A saída do Egito foi um acontecimento básico que marcou as origens do povo eleito, Israel. Ainda outras provações iriam se abater sobre o povo eleito, e estes em suas tribulações, não cessará de chamar o socorro de Deus. O Senhor é que livrará Israel de todas as suas culpas. A libertação de Israel era apenas uma prefiguração da redenção cristã. Assim, Cristo quem instaura o regime da perfeita e definitiva liberdade para todos aqueles que judeus e pagãos, a ele aderem na fé e na caridade". (VTB, p. 526/527)
A descendência de Jacó - eram ao todo setenta pessoas quando foram para o Egito. José já estava no Egito. Os israelitas foram fecundos e se multiplicaram, tornando cada vez mais numerosos e poderosos, a tal ponto que ficou repleto deles.
Opressão aos israelitas - "Os egípcios impuseram a Israel dura vida com trabalhos que lhe exigiam; preparação de argila na fabricação de tijolos, construções de cidades, armazéns de Pitom e Ramsés, vários trabalhos no campo, toda espécie de trabalhos, tornando-lhes amarga a vida. Mas quanto mais os oprimiam tanto mais se multiplicavam e cresciam, o que faziam os egípcios temerem os israelitas. A opressão continua com as medidas de aniquilamento dos meninos ao nascerem, deixando viver somente meninas. Mas as parteiras temendo a Deus, desobedeceram o rei do Egito e deixaram os meninos viverem. Por isso Deus favoreceu estas parteiras; e o povo tornou-se muito numeroso e muito poderoso. E porque as parteiras temeram a Deus, ele lhes deu uma posteridade.
O Faraó, então, ordenou que jogasse todo menino hebreu que nascessem no Rio, deixando viver somente as meninas. A filha do Faraó vê a criança chorando no rio; compadecida, salva-a e o adota, e lhe dá o nome de Moisés, dizendo: "Eu o tirei das águas". Permaneceu no palácio do Faraó até a vida adulta. Visitou seus irmãos hebreus e viu as tarefas que pesavam sobre eles.
Os israelitas gemendo sob o peso da servidão gritaram e seu clamor subiu até Deus. E Deus lembrou da aliança com Abraão, Isaac e Jacó. Deus viu os israelitas e se fez conhecer. Em Madiã, Moisés apascentava as ovelhas para além do deserto e chegou a Horeb, a montanha de Deus, quando viu uma salsa ardendo em fogo que não se consumia. Ele não pode aproximar, percebe a presença e Deus, cujo nome só foi revelado a Moisés que lhe concedeu o poder dos sinais para que acreditem que eu sou o Deus do seus pais, o Deus de Abraão, de Isaac e Jacó. Os Sinais e prodígios de Deus são usados através de Moisés para convencer o Faraó de coração endurecido, a libertar o povo de Israel.
Quando se trata de Deus, a visita implica direito absoluto de inspeção, de julgamento e de sanção. Iahweh disse a Moisés e Aarão: "Fazei sair os israelitas do país do Egito, segundo os seus exércitos". Falarás tudo que eu ordenar e, endurecerei o coração do Faraó e multiplicarei no país do Egito, os meus sinais e meus prodígios. Iahweh endureceu o coração do Faraó, e ele não deixou os israelitas partirem de sua terra até que sobreveio a morte dos primogênitos. (Ex.de. 4 a 12 ).
A Páscoa- Iahweh disse a Moisés e Aarão falai à comunidade de Israel e dizei: cada um tomará um cordeiro por família assará e comerá a carne assada, os pães ázimos de massa não levada e ervas amargas; com os rins cingidos, sandálias nos pés e vara na mão. Come-lo-eis às pressas: é uma páscoa a Iahweh.e naquela noite eu passarei pela terra do Egito e ferirei os primogênitos, desde os homens até os animais e eu, Iahweh farei justiça sobre os deuses do Egito. O sangue será para vós um sinal nas casas em que estiverdes e, não haverá entre vós o flagelo destruidor. Este dia será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa para Iahweh, nas vossas gerações a festejareis; é um decreto perpétuo. Observeis a festa dos Ázimos porque nesse dia fiz o vosso exército sair da terra do Egito, casa da escravidão, pois com mão forte vos tirou de lá.Observará está lei no tempo determinado, de ano em ano.
A caminhada no deserto: "Iahweh ia adiante deles; de dia uma coluna de nuvem para lhes mostrar o caminho e de noite uma coluna de fogo para os alumiar, a fim de que pudessem caminhar de dia e de noite. Nunca se retirou as colunas que os guiavam. Iahweh endureceu o coração do Faraó e este e seu exército foram atrás do povo israelita e ele teve grande medo. Moisés disse ao povo:" Não temais, permaneceis firmes e verei o que Iahweh fará hoje para vos salvar; Iahweh combaterá por vós e vós ficareis tranquilos".
Chegando junto ao mar, Moisés levantou a sua vara sobre o mar que se fende, formando duas muralhas de água entre as quais os israelitas passaram a pé enxuto. Quando os egípcios vão atrás deles, as águas se fecham e os engolem. Moisés e os israelitas entoaram canto de glória a Iahweh, pela vitória e salvação. O povo israelita caminhou no deserto, durante três dias sem beber água porque a água de Mara era amarga, murmurando contra Moisés que clamou por Iahweh e este a transformou em água doce. Tiveram como alimento, o maná e codornizes. Eles murmuravam contra as disposições do Senhor: não há água, segurança, não há carne, preferiam a servidão no Egito. Partiram para deserto de Sinai, ali o povo teve sede, murmurou contra Moisés que clamou a Iahweh e este ordenou-o que ferisse a rocha com a vara e tiveram a água; este lugar recebeu o nome de Massa e Meriba, (em Horeb), colocando mais uma vez Deus a prova. Moisés pediu perdão a Deus pela falta daquele povo pelas murmurações. Deus o perdoou, mas eles não puderam entrar na terra prometida, por ter colocado o Senhor à prova e desobedecido sua voz.
A aliança no Sinai - Chegando no deserto do Sinai, Deus entrega os estatutos e as leis, fazendo conhecer o caminho a seguir e as obras que deviam fazer. Diz Iahweh:"Se ouvirdes a minha voz guardardes a minha aliança, sereis para mim uma propriedade peculiar entre todos os povos. Moisés desceu a montanha e foi encontrar com seu povo que o adverte a não ultrapassar os limites para ir ver Iahweh, para muitos deles não perecerem. Moisés, escolhe do meio do povo homens tementes a Deus, seguros, incorruptos e estabelece-os como chefes que julgarão o povo em todo o tempo nas causas pequenas, e Moisés fica com as causas maiores.
Entrega do Decálogo - Moisés subiu à montanha sagrada e aproximou da nuvem escura onde estava Deus e recebeu o Decálogo. Disse Deus: "Eu sou Iahweh teu Deus que te fez sair da terra do Egito, da casa da escravidão". Iahweh disse: "Não fareis deuses de prata ao lado de mim, nem fareis deuses de ouro para vós. E entregou os mandamentos a serem observados pelo povo. Far-me-ás um altar de terra e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos e teus sacrifícios de comunhão. Em todo lugar onde eu fizer celebrar a memória de meu nome, virei a ti e te abençoarei.
Moisés e os juízes tentam deter as faltas que podiam existir na administração da justiça. A formulação proibitiva tornam essa lista semelhante a do decálogo, com leis morais e religiosas para que o povo cumprindo agradassem a Iahveh, vosso Deus. (Êxodo.cap.20- 50)
A libertação do cristão - "resulta de um acontecimento histórico, a morte vitoriosa de Jesus e dum contacto pessoal, a adesão a Cristo no batismo. Associando-nos ao mistério da morte e da ressurreição de Cristo, o batismo pôs fim à nossa servidão. Liberto, o cristão está tomado duma confiança audaz, duma orgulhosa altivez, um comportamento de filho diante de Deus, pois é "um espírito de filho adotivo" e não "um espírito de escravo ( Rm8,14-17)"- ( VTB, p. 528/529)
- deserto- pode representar o afastamento de Deus, o sofrimento, tribulações. Mas Deus leva o homem ao deserto para falar-lhe ao coração, um apelo à conversão.
- êxodo- saída da escravidão do pecado, da morte do ser, para verdadeira liberdade, para à vida nova - - travessia do mar a pé enxuto - é manifestado o poder de Deus: Deus à nossa frente.
Nós fazemos parte desse povo eleito e podemos experimentar esse poder da ação Deus no nossa história de vida, a transformação do coração para uma vida em Deus.
Convite de um Deus de amor- o seu resgate para a verdeira liberdade, uma vida nova. Um ato de fé pode arrancar o pecador da dominação da carne, mas enquanto isto não acontece ele fica em estado de alienação. Reencontrando sua identidade em Cristo, o homem pode dominar as paixões da carne, a falsa liberdade, a morte do ser. O perdão destranca as prisões do orgulho, do ódio, da vingança, do egoísmo, do individualismo e faz um homem novo.
Fonte: Escrituras- Livro de Gênesis.
- Livro do Êxodo
-VTB- Vocabulário de Teologia Bíblica, Editora Vozes.
-Imagem do Êxodo:Imagens Bíblicas - crossingtheredsea.png imagensbíblicas. wordpress.com
"Se ouvirdes minha voz e guardardes a minha aliança, sereis para mim uma propriedade peculiar entre todos os povos"
CAMINHANDO ATRAVÉS DAS ESCRITURAS:
"Da descendência de Isaac nasceram: Isaú e Jacó. A luta dos filhos gêmeos, no seio materno é presságio da hostilidade de dois povos irmãos, os edomitas descendentes de Isaú, e os israelitas descendentes de Jacó. Este intercepta a bênção de Isaac, seu pai, e fica com a bênção de Isaú, seu irmão. Jacó permaneceu na terra de seu pai, Canaã e Isaú em Edom. O povo descendente de Isaú, os edomitas foram subjugados por Davi e posteriormente libertados, sob Jorão de Judá. José, filho de Jacó foi vendido pelo irmão aos ismaelistas que estavam a caminho do Egito, onde Deus age na história de José e sua família com a interpretação dos sonhos do Faraó por José."(Livro de Gênesis)
ISRAEL, O POVO ELEITO NO EGITO:
ÊXODO - SAÍDA, SUA LIBERTAÇÃO DA ESCRAVIDÃO "A saída do Egito foi um acontecimento básico que marcou as origens do povo eleito, Israel. Ainda outras provações iriam se abater sobre o povo eleito, e estes em suas tribulações, não cessará de chamar o socorro de Deus. O Senhor é que livrará Israel de todas as suas culpas. A libertação de Israel era apenas uma prefiguração da redenção cristã. Assim, Cristo quem instaura o regime da perfeita e definitiva liberdade para todos aqueles que judeus e pagãos, a ele aderem na fé e na caridade". (VTB, p. 526/527)
A descendência de Jacó - eram ao todo setenta pessoas quando foram para o Egito. José já estava no Egito. Os israelitas foram fecundos e se multiplicaram, tornando cada vez mais numerosos e poderosos, a tal ponto que ficou repleto deles.
Opressão aos israelitas - "Os egípcios impuseram a Israel dura vida com trabalhos que lhe exigiam; preparação de argila na fabricação de tijolos, construções de cidades, armazéns de Pitom e Ramsés, vários trabalhos no campo, toda espécie de trabalhos, tornando-lhes amarga a vida. Mas quanto mais os oprimiam tanto mais se multiplicavam e cresciam, o que faziam os egípcios temerem os israelitas. A opressão continua com as medidas de aniquilamento dos meninos ao nascerem, deixando viver somente meninas. Mas as parteiras temendo a Deus, desobedeceram o rei do Egito e deixaram os meninos viverem. Por isso Deus favoreceu estas parteiras; e o povo tornou-se muito numeroso e muito poderoso. E porque as parteiras temeram a Deus, ele lhes deu uma posteridade.
O Faraó, então, ordenou que jogasse todo menino hebreu que nascessem no Rio, deixando viver somente as meninas. A filha do Faraó vê a criança chorando no rio; compadecida, salva-a e o adota, e lhe dá o nome de Moisés, dizendo: "Eu o tirei das águas". Permaneceu no palácio do Faraó até a vida adulta. Visitou seus irmãos hebreus e viu as tarefas que pesavam sobre eles.
Os israelitas gemendo sob o peso da servidão gritaram e seu clamor subiu até Deus. E Deus lembrou da aliança com Abraão, Isaac e Jacó. Deus viu os israelitas e se fez conhecer. Em Madiã, Moisés apascentava as ovelhas para além do deserto e chegou a Horeb, a montanha de Deus, quando viu uma salsa ardendo em fogo que não se consumia. Ele não pode aproximar, percebe a presença e Deus, cujo nome só foi revelado a Moisés que lhe concedeu o poder dos sinais para que acreditem que eu sou o Deus do seus pais, o Deus de Abraão, de Isaac e Jacó. Os Sinais e prodígios de Deus são usados através de Moisés para convencer o Faraó de coração endurecido, a libertar o povo de Israel.
Quando se trata de Deus, a visita implica direito absoluto de inspeção, de julgamento e de sanção. Iahweh disse a Moisés e Aarão: "Fazei sair os israelitas do país do Egito, segundo os seus exércitos". Falarás tudo que eu ordenar e, endurecerei o coração do Faraó e multiplicarei no país do Egito, os meus sinais e meus prodígios. Iahweh endureceu o coração do Faraó, e ele não deixou os israelitas partirem de sua terra até que sobreveio a morte dos primogênitos. (Ex.de. 4 a 12 ).
A Páscoa- Iahweh disse a Moisés e Aarão falai à comunidade de Israel e dizei: cada um tomará um cordeiro por família assará e comerá a carne assada, os pães ázimos de massa não levada e ervas amargas; com os rins cingidos, sandálias nos pés e vara na mão. Come-lo-eis às pressas: é uma páscoa a Iahweh.e naquela noite eu passarei pela terra do Egito e ferirei os primogênitos, desde os homens até os animais e eu, Iahweh farei justiça sobre os deuses do Egito. O sangue será para vós um sinal nas casas em que estiverdes e, não haverá entre vós o flagelo destruidor. Este dia será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa para Iahweh, nas vossas gerações a festejareis; é um decreto perpétuo. Observeis a festa dos Ázimos porque nesse dia fiz o vosso exército sair da terra do Egito, casa da escravidão, pois com mão forte vos tirou de lá.Observará está lei no tempo determinado, de ano em ano.
A caminhada no deserto: "Iahweh ia adiante deles; de dia uma coluna de nuvem para lhes mostrar o caminho e de noite uma coluna de fogo para os alumiar, a fim de que pudessem caminhar de dia e de noite. Nunca se retirou as colunas que os guiavam. Iahweh endureceu o coração do Faraó e este e seu exército foram atrás do povo israelita e ele teve grande medo. Moisés disse ao povo:" Não temais, permaneceis firmes e verei o que Iahweh fará hoje para vos salvar; Iahweh combaterá por vós e vós ficareis tranquilos".
Chegando junto ao mar, Moisés levantou a sua vara sobre o mar que se fende, formando duas muralhas de água entre as quais os israelitas passaram a pé enxuto. Quando os egípcios vão atrás deles, as águas se fecham e os engolem. Moisés e os israelitas entoaram canto de glória a Iahweh, pela vitória e salvação. O povo israelita caminhou no deserto, durante três dias sem beber água porque a água de Mara era amarga, murmurando contra Moisés que clamou por Iahweh e este a transformou em água doce. Tiveram como alimento, o maná e codornizes. Eles murmuravam contra as disposições do Senhor: não há água, segurança, não há carne, preferiam a servidão no Egito. Partiram para deserto de Sinai, ali o povo teve sede, murmurou contra Moisés que clamou a Iahweh e este ordenou-o que ferisse a rocha com a vara e tiveram a água; este lugar recebeu o nome de Massa e Meriba, (em Horeb), colocando mais uma vez Deus a prova. Moisés pediu perdão a Deus pela falta daquele povo pelas murmurações. Deus o perdoou, mas eles não puderam entrar na terra prometida, por ter colocado o Senhor à prova e desobedecido sua voz.
A aliança no Sinai - Chegando no deserto do Sinai, Deus entrega os estatutos e as leis, fazendo conhecer o caminho a seguir e as obras que deviam fazer. Diz Iahweh:"Se ouvirdes a minha voz guardardes a minha aliança, sereis para mim uma propriedade peculiar entre todos os povos. Moisés desceu a montanha e foi encontrar com seu povo que o adverte a não ultrapassar os limites para ir ver Iahweh, para muitos deles não perecerem. Moisés, escolhe do meio do povo homens tementes a Deus, seguros, incorruptos e estabelece-os como chefes que julgarão o povo em todo o tempo nas causas pequenas, e Moisés fica com as causas maiores.
Entrega do Decálogo - Moisés subiu à montanha sagrada e aproximou da nuvem escura onde estava Deus e recebeu o Decálogo. Disse Deus: "Eu sou Iahweh teu Deus que te fez sair da terra do Egito, da casa da escravidão". Iahweh disse: "Não fareis deuses de prata ao lado de mim, nem fareis deuses de ouro para vós. E entregou os mandamentos a serem observados pelo povo. Far-me-ás um altar de terra e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos e teus sacrifícios de comunhão. Em todo lugar onde eu fizer celebrar a memória de meu nome, virei a ti e te abençoarei.
Moisés e os juízes tentam deter as faltas que podiam existir na administração da justiça. A formulação proibitiva tornam essa lista semelhante a do decálogo, com leis morais e religiosas para que o povo cumprindo agradassem a Iahveh, vosso Deus. (Êxodo.cap.20- 50)
A libertação do cristão - "resulta de um acontecimento histórico, a morte vitoriosa de Jesus e dum contacto pessoal, a adesão a Cristo no batismo. Associando-nos ao mistério da morte e da ressurreição de Cristo, o batismo pôs fim à nossa servidão. Liberto, o cristão está tomado duma confiança audaz, duma orgulhosa altivez, um comportamento de filho diante de Deus, pois é "um espírito de filho adotivo" e não "um espírito de escravo ( Rm8,14-17)"- ( VTB, p. 528/529)
REFLEXÃO: "No deserto, Deus fez o povo passar fome para prová-lo e conhecer o fundo do seu coração. Israel tinha que aprender que em sua existência dependia totalmente de Deus e que não é só de pão que vive o homem, mas da Palavra, que sai da boca de Deus"( VTB).
A escravidão do povo no Egito pode ser comparada ao mundo atual, a escravidão do homem pelo pecado.O homem deixou o pecado se instalar em si, e vê a carne se tornar seu entendimento. Endureceu seu coração, tiraniza seu corpo e produz obras más.
-Escravidão- paixões da carne, o pecado, o sofrimento, perda da verdadeira identidade, dos valores essenciais. O que escraviza o homem: individualismo, materialismo, os prazeres da carne, seus os ídolos, seus deuses (o dinheiro, a fama, o prestígio...).
- mar - simbolismo religioso, representa morte, a morte do ser, o sofrimento.- deserto- pode representar o afastamento de Deus, o sofrimento, tribulações. Mas Deus leva o homem ao deserto para falar-lhe ao coração, um apelo à conversão.
- êxodo- saída da escravidão do pecado, da morte do ser, para verdadeira liberdade, para à vida nova - - travessia do mar a pé enxuto - é manifestado o poder de Deus: Deus à nossa frente.
Nós fazemos parte desse povo eleito e podemos experimentar esse poder da ação Deus no nossa história de vida, a transformação do coração para uma vida em Deus.
Convite de um Deus de amor- o seu resgate para a verdeira liberdade, uma vida nova. Um ato de fé pode arrancar o pecador da dominação da carne, mas enquanto isto não acontece ele fica em estado de alienação. Reencontrando sua identidade em Cristo, o homem pode dominar as paixões da carne, a falsa liberdade, a morte do ser. O perdão destranca as prisões do orgulho, do ódio, da vingança, do egoísmo, do individualismo e faz um homem novo.
Fonte: Escrituras- Livro de Gênesis.
- Livro do Êxodo
-VTB- Vocabulário de Teologia Bíblica, Editora Vozes.
-Imagem do Êxodo:Imagens Bíblicas - crossingtheredsea.png imagensbíblicas. wordpress.com
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Deus e o Homem, o plano de salvação
A história da salvação se desenvolve dentro da história terrena da humanidade
Com a transgressão, o homem se afasta de Deus, fica escravo do pecado e se aliena. Mas, Deus faz uma história de salvação, através de Abraão.
A história de salvação se resume na fundamental constatação de uma grandiosa intervenção de Deus na história do homem e no sentido de sua existência.
A história de salvação se resume na fundamental constatação de uma grandiosa intervenção de Deus na história do homem e no sentido de sua existência.
Deus disse a Abraão:
" Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, vai para a terra que te mostrarei . Eu farei de ti um grande povo, eu te abençoarei, engrandecerei teu nome; sê uma bênção! ". Gn.12,1-2
Abraão era um arameu, nômade, politeísta, vivia em Ur, na Caldeia, numa civilização adiantada. O povo tinha muitos deuses; ele não conhecia Deus até os 75 anos. Deus vem ao seu encontro e faz promessas e as alianças divinas com ele, uma história de salvação com ele e toda sua descendência.
Deus diz a Abraão: "abandona tuas seguranças, a tua família, vem que eu vou te dar um filho e uma terra". Ter um filho e uma terra era tudo que queria Abraão. Sua esposa era estéril e de idade avançada. Ele não tinha terra, era um nômade.
Abraão se põe a caminho somente com essa promessa, com essas palavras, abandona suas seguranças e vai para a terra Canaã, a terra que será sua e de sua descendência, disse Deus.
A fé de Abraão é a confiança, numa promessa humanamente irrealizável. Deus lhe reconhece o mérito deste ato, põe na conta de sua justiça, sendo "justo" o homem cuja retidão e submissão o tornam agradável a Deus.
A existência e o futuro do povo eleito dependem desse absoluto ato de fé. Não se trata de sua descendência carnal, mas de todos aqueles que na mesma fé tornarão filhos de Abraão. A herança vem pela fé, para que seja gratuita e para que a promessa fique garantida a toda descendência, não só a descendência segundo a Lei mas também à descendência segundo a fé de Abraão. Ele, esperando contra toda esperança, creu e tornou-se assim o pai de todos nós, conforme está escrito: Eu te constituirei pai de uma multidão de nações. Heb.11,8-9
Foi pela fé , respondendo ao chamado, obedeceu e partiu para uma terra que devia receber como herança, e partiu sem saber para onde ia. Foi pela fé que residiu como estrangeiro, morando em tendas com Isaac e Jacó, os co-herdeiros da mesma promessa. Pois esperava a cidade que tem fundamentos, cujo arquiteto é o próprio Deus. Foi pela fé que também Saara, apesar da idade avançada, se tornou capaz de ter descendência, porque considerou fiel ao autor da promessa. E por isso também, que de um só homem já marcado pela morte, nasceu a multidão comparável a dos astros do céu e inumeráveis como como a areia da praia. Heb.11, 8-12.
Deus disse: "Ergue os olhos e olha, do lugar em que estás, para o norte e para o sul, para o Oriente e para o Ocidente. Toda a terra que vês, eu a darei a ti e a tua posteridade para sempre. Levanta-te! Percorre essa terra no seu comprimento e sua largura porque eu a darei a ti. Com suas tendas, Abraão foi estabelecer- se no Carvalho de Mambré, que está em Hebron, e lá construiu um altar a Iahweh."
Houve uma grande fome na terra e Abraão desceu ao Egito, para aí ficar, pois a fome assolava a terra. Quando Abraão chegou ao Egito os egípcios viram que sua mulher era muito bela; os oficiais a levaram para o palácio do Faraó. Mas, Iahweh feriu Faraó com grandes pragas, e também sua casa por causa de Saara, a mulher de Abraão. Faraó soube que era a mulher de Abraão, disse a ele: toma-a e vai-te! e entregou tudo que ele possuía
Deus viu que o pecado de Sodoma e Gomorra, é muito grave, por isso será destruída, preservando Abraão e sua família, conforme sua promessa. Ele diz a Abraão que ordene seus filhos e a sua casa que deixem a cidade; eles obedeceram e a deixaram. E as cidades da Planície foram destruídas, como a fumaça de uma fornalha ardente.
Depois desses acontecimentos, a palavra de Iahweh foi dirigida, numa visão: " Não temas, Abraão! Eu sou teu escudo, tua recompensa será muito grande." E Deus estava com Abraão em tudo que fazia; ele caminhava na presença do Senhor.
E foi sem vacilar na fé, que considerou seu corpo já morto, ele tinha cerca de cem anos e o seio de Saara também morto. Ante a promessa de Deus, ele não deixou se abalar pela desconfiança, mas se fortaleceu na fé, dando glória a Deus, convencido do que podia cumprir o que prometeu. Eis porque isto lhe foi levado em conta de justiça. Não foi escrito somente para ele, foi-lhe levado em conta mas também para nós. Para nós que cremos naquele que ressuscitou dos mortos, Jesus Cristo, que foi entregue pelas nossas faltas e ressuscitado para a nossa justificação.
O primeiro ato de fé de Abraão, que se encontrará de novo por ocasião da renovação da promessa e que Deus submeterá a prova, pedindo Isaac fruto dessa promessa, seu único filho. E Abraão sem questionar entregou seu único filho e, acreditou que Deus iria prover o cordeiro para ser imolado. Deus viu a fidelidade de Abraão, providenciou o cordeiro e disse: " Porque não me recusaste teu único filho, eu te cumularei de bênçãos tu e tua posteridade."
Vós todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus, pois todos vós que fostes batizados em Cristo, vos vestistes de Cristo. Não há judeu nem grego, não há escravo nem livre, não há homem nem mulher; pois todos vós sois um só em Cristo Jesus. E se vós sois de Cristo, então sois da descendência de Abraão, herdeiros segundo a promessa.
Ismael, filho da razão- Iahweh o abençoou, tornou-o fecundo, fez crescer extremamente, gerando doze príncipes e dele fez uma grande nação.
Isaac, filho da promessa - foi com Isaac que Iahweh estabeleceu sua aliança, renova a promessa por causa do pai. A bênção de todos os homens e a aliança ele se fez repousar sobre a cabeça de Jacó. Confirmou-o com suas bênçãos e lhe deu o país em herança; dividiu-o em partes e o distribuiu às doze tribos.
Abraão, ilustre pai de multidão de nações, ninguém foi como ele reconhecido em glória. Observou a lei do Altíssimo e encontrou em aliança como ele. Estabeleceu essa aliança na carne e foi reconhecido fiel na prova. E Isaac é a prefiguração de Jesus, o cordeiro imolado.
O projeto de Deus só se realiza em Jesus Cristo, porque Jesus é a imagem de Deus.
O projeto de Deus só se realiza em Jesus Cristo, porque Jesus é a imagem de Deus.
REFLEXÃO:
Nossa fé deve ser baseada em pessoas concretas, tais como Abraão, Isaac, Moisés que escreveram a história de salvação. A fé de Abraão guia sua conduta, é princípio de ação. Sua determinação, sua fidelidade, retidão, o tornou agradável aos olhos de Deus.
Nós não acreditamos nas promessas de Deus, temos necessidade de resultados imediatos, por isso buscamos o mundo e suas promessas. Resistimos andar nos caminhos de Deus, porque somos rebeldes, desobedientes e incrédulos. É preciso deixar gestar a fé dentro de nós; a fé que vem pela escuta. A fé é gestada através da Igreja: a escuta da Palavra de Deus.
Deus semeia no coração do homem a esperança e envia teu filho Jesus Cristo para libertá-lo da escravidão do pecado. Precisamos conhecer Jesus Cristo e seremos seus seguidores.
No profundo do nosso ser, lá está Deus. Deus nos fala através de nossa consciência, no silêncio interior... no encontro conosco mesmo.
" Conhece a ti, porque és a minha imagem, assim hás de conhecer a mim, de quem és a imagem. Em ti me encontrarás." O homem em pecado é a imagem desfigurada de Deus.
No profundo do nosso ser, lá está Deus. Deus nos fala através de nossa consciência, no silêncio interior... no encontro conosco mesmo.
" Conhece a ti, porque és a minha imagem, assim hás de conhecer a mim, de quem és a imagem. Em ti me encontrarás." O homem em pecado é a imagem desfigurada de Deus.
Fonte: As Escrituras :- Livro de Gênesis -
-Livro do Êxodo
-Livro do Êxodo
- Da Carta aos Apóstolos aos Hebreus, aos Romanos e aos Gálatas.
-imagem: para representar a história da Salvação: luz1.jpg smallstationsinlife .wordpress.com
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segunda-feira, 23 de abril de 2012
A corrupção da humanidade.
Caminhando através das Escrituras: Deus e o Homem, um processo de salvação
As consequências da transgressão.
Com o pecado o homem experimenta a morte do ser, de não ser amado. O homem se separa de Deus. É a própria história de Caim.
As consequências da transgressão.
Com o pecado o homem experimenta a morte do ser, de não ser amado. O homem se separa de Deus. É a própria história de Caim.
"A condenação divina atinge os culpados, e a vida do homem é profundamente afetada por isso. O homem deve afadigar para extrair sua subsistência de um solo hostil que está longe de assemelhar-se ao Jardim de Éden. Estas situações penosas são a sorte do ser humano, mas para que seja claramente deduzido o ensinamento de uma falta hereditária, será preciso que são Paulo ponha em paralelo a solidariedade de todos em Cristo salvador e em Adão, o pecador.
O afastamento do Paraíso traduz em termos de espaço, o afastamento de Deus, no jardim em que o homem tinha sido colocado, o próprio Deus vinha tomar a brisa da tarde" (Gênesis).
"Nossos ancestrais quiseram ser como Deus...talvez aí se prefigurasse nossa dificuldade em aceitar a condição humana! Vivemos querendo provar da árvore da ciência do bem e do mal, para sermos juízes e senhores absolutos... ou andamos construindo torres de Babel para chegar até o céu, afirmando nossa onipotência... ou sentimos como Caim, juízes de nossos irmãos...(Cunha, Domingos )
"É difícil aceitar nossa condição de criatura! Talvez tenhamos sido cobrados para ser deuses... e talvez até em nome de Deus tenham cobrado de nós, essa perfeição que só a Deus pertence. Assim pensavam também os fariseus... e essa hipocrisia opressora, Jesus sempre procurou desmascarar.
"Sofremos quando não conseguimos ser onipotentes...quando não conseguimos resolver todos os problemas, nossos e dos outros".(Domingos, Cunha )
O homem pecador se constituiu juiz do bem e do mal, o que é privilégio de Deus.(Gn, 4)
Caim e Abel estão na origem de dois modos de vida , o agricultor sedentário e o pastor nômade; de outro lado, esses dois irmãos personificam a luta do Homem contra o Homem. Ao lado da revolta do homem contra Deus, há também a violência" irmão" contra seu "irmão". O duplo mandamento do amor ( Mt. 22, 40) mostrará as exigências fundamentais com a vontade de Deus.
Deus viu que a maldade do homem era grande sobre a terra, e que era continuamente mau todo desígnio de seu coração. Deus arrependeu-se de ter feito o homem sobre a terra, e afligiu-se o seu coração. E disse Deus: " Farei desaparecer da superfície do solo que criei - os homens, os animais, os répteis e as aves do céu - porque me arrependo de os ter feito, ( a exigência de sua santidade que não o suporta o pecado (1Sm 15,29). E mais frequentemente, o "arrependimento" de Deus significa o aplacamento de sua cólera e a retirada de sua ameaça - (ver Ex. 32,11-14 e Jr.26,3+).
A terra se perverteu diante de Deus e encheu-se de violência. Deus viu que a terra estava pervertida, porque toda a carne tinha uma conduta perversa sobre a terra. Deus enviou o dilúvio que inundou a terra durante 40 dias. Fez desaparecer tudo que havia sobre a terra, cheia de violência por causa dos homens... preservando Noé, sua mulher, filhos, seus descendentes e cada casal da espécie de animais, para conservar a vida. ( Livro de Gênesis).
Noé era um homem justo, íntegro encontrou graça aos olhos de Deus e este estabelece uma aliança de salvação com Noé e seus descendentes. Noé fez a arca e tudo que Deus lhe ordenara. A salvação concedida a Noé figura a salvação pelas águas do batismo (1Pd. 3,20-21).
Noé era um homem justo, íntegro encontrou graça aos olhos de Deus e este estabelece uma aliança de salvação com Noé e seus descendentes. Noé fez a arca e tudo que Deus lhe ordenara. A salvação concedida a Noé figura a salvação pelas águas do batismo (1Pd. 3,20-21).
"Deus abençoou Noé, sua mulher e seus filhos e lhes disse: "sede fecundos multiplicai-vos e enchei a terra e dominai-a. Estabeleço minha aliança convosco e com os vossos descendentes e depois de vós e com todos os seres animados que estão convosco.Tudo que se move e possui vida vos servirá de alimento, tudo isso eu vos dou, como vos dei a planta das verduras.. Pedirei contas porém, do sangue de cada um de vós. Pedirei contas a todos os animais e ao homem, aos homens entre si, eu pedirei contas da alma do homem".( Gn, 9)
Quem derrama o sangue do homem,
pelo homem terá seu sangue derramado.
pois à imagem de Deus,
o homem foi feito.
Após o dilúvio, o homem foi de novo abençoado e consagrado rei da criação, como nas origens, mas não é mais um reinado pacífico. Deus sabe que o coração do homem permanece mau, mas ele salva sua criação e, apesar do homem, a conduzirá para onde quiser. A nova época conhecerá a luta dos animais com o homem e dos homens entre si. A paz paradisíaca só florescerá no final dos tempos". (Gn, 6- 7)
Todo mundo se servia de uma mesma língua e das mesmas palavras. Os homens que emigraram para o Oriente se estabeleceram no vale, na terra de Senaar. E aí decidiram construir uma cidade e uma torre cujo ápice penetre os céus e, não sejamos dispersos sobre toda a terra. Mas Iahweh (Deus) os confundiu, na sua linguagem para que não entendessem uns aos outros e os dispersou por toda face da terra. Deu-se a esse episódio o nome de torre de Babel.(Gn, 11)
REFLEXÃO:
Todo o homem nasce com a raiz do pecado, a semente do mal; exceto Jesus Cristo,o filho de Deus. Por um ato consciente (a desobediência), deliberadamente nos opomos a Deus, violamos seus preceitos e queremos ser como deuses; pretendemos ser os únicos senhores de nossos destinos; recusamos a depender daquele que nos criou, pervertendo a relação que nos unia a Deus, com a prática de obras más. Construímos os deuses de nossa vida: o poder, o ter, o ser, o individualismo - o materialismo - a cobiça, a idolatria: o sucesso - a vaidade - o prestígio - a fama.
O dinheiro- é o senhor daqueles que o colocam em primeiro lugar nas suas vidas e dão a vida por ele.
"Quem pretende se construir a si próprio, independente de Deus, falo-á às custa de outrem, principalmente dos pequenos e dos fracos."O homem que não pôs em Deus sua força rumina o crime, o mal dia todo... enquanto que o justo confia no amor de Deus sempre e para sempre".Com o pecado, o homem perde a vida em Deus."( VTB, p. 738)
REFLEXÃO:
Todo o homem nasce com a raiz do pecado, a semente do mal; exceto Jesus Cristo,o filho de Deus. Por um ato consciente (a desobediência), deliberadamente nos opomos a Deus, violamos seus preceitos e queremos ser como deuses; pretendemos ser os únicos senhores de nossos destinos; recusamos a depender daquele que nos criou, pervertendo a relação que nos unia a Deus, com a prática de obras más. Construímos os deuses de nossa vida: o poder, o ter, o ser, o individualismo - o materialismo - a cobiça, a idolatria: o sucesso - a vaidade - o prestígio - a fama.
O dinheiro- é o senhor daqueles que o colocam em primeiro lugar nas suas vidas e dão a vida por ele.
"Quem pretende se construir a si próprio, independente de Deus, falo-á às custa de outrem, principalmente dos pequenos e dos fracos."O homem que não pôs em Deus sua força rumina o crime, o mal dia todo... enquanto que o justo confia no amor de Deus sempre e para sempre".Com o pecado, o homem perde a vida em Deus."( VTB, p. 738)
Fonte:- As Escrituras: Livro de Gênesis, do Profeta Isaías e Jeremias
Da Carta de Paulo aos Apóstolos
- VTB- Vocabulário de Teologia Bíblica, Ed. Vozes 5a. edição-2005
-Livro: Crescendo com Eneagrama na Espiritualidade - de Domingos Cunha, CSH -Ed. Paulus /2
-Imagens para representar a corrupção da humanidade: imagem guerra-fria 37jpg - portal são francisco.com.br - Guerra do Vietname
Da Carta de Paulo aos Apóstolos
- VTB- Vocabulário de Teologia Bíblica, Ed. Vozes 5a. edição-2005
-Livro: Crescendo com Eneagrama na Espiritualidade - de Domingos Cunha, CSH -Ed. Paulus /2
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
Deus e a sua criação
Deus e o grande amor pelo homem
Deus plantou para o homem um jardim em Éden (Gn 2,8ss)
Deus revela seu grande amor pela sua criatura, o homem.
Ele o fez à sua imagem e semelhança e entrega a ele toda sua criação .
Deus o abençoa e caminha com ele na sua história...
Deus criou o mundo: a terra, a luz, a noite, os mares e todas as criaturas viventes e viu que tudo isto era bom. Deus criou o homem à sua imagem; o homem e a mulher ele os criou. Deus os abençoou e lhes disse:
Deus revela seu grande amor pela sua criatura, o homem.
Ele o fez à sua imagem e semelhança e entrega a ele toda sua criação .
Deus o abençoa e caminha com ele na sua história...
Deus criou o mundo: a terra, a luz, a noite, os mares e todas as criaturas viventes e viu que tudo isto era bom. Deus criou o homem à sua imagem; o homem e a mulher ele os criou. Deus os abençoou e lhes disse:
"Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a, dominai sobre os peixes do mar, as aves do céu e todos os animais que rastejam sobre a terra ". E viu que tudo o que tinha feito e era muito bom. Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nele descansou depois de toda obra de sua criação.
Deus plantou para o homem um jardim em Éden (Gn 2,8ss). Sua vida nesse jardim implica o trabalho (Gn 2,15), embora este se revista dum caráter de felicidade ideal que recorda em mais de um pormenor as clássicas descrições da idade do ouro: familiaridade com Deus, livre uso dos frutos do jardim, domínio sobre os animais, harmoniosa união do primeiro casal (Gn 2,18ss), inocência moral que desconhece qualquer sentimento de vergonha (2,25), ausência de morte, que entrará no mundo depois do pecado.
O Senhor Deus passeava no Jardim de Éden. Eles desfrutavam da amizade de Deus e, tinham os frutos da terra em abundância (Gn 3).
O atentado à soberania de Deus, o pecado do orgulho. Esta revolta exprimiu se concretamente pela transgressão de um preceito estabelecido por Deus e representado sob a imagem do fruto proibido. Sobre a árvore do conhecimento do bem e do mal. Este conhecimento é um privilégio que Deus se reserva e que o homem usurpará pelo pecado. A serpente serve aqui de máscara para um ser hostil a Deus e inimigo do homem, o Adversário, o Diabo( cf. Jó 1,6+). Na consciência da sua nudez há uma manifestação da desordem que o pecado introduz na harmonia da criação.O homem pecador se constituiu juiz do bem e do mal, o que é privilégio de Deus.
A vida do homem e da mulher é profundamente afetada; sofrem as consequências de sua transgressão... Os pecados do povo de Deus fizeram de sua morada aqui na terra um lugar de desolação (Jr 4,23). As misérias de sua condição atual que traz consigo as experiências opostas: essa condição, fruto do pecado do homem está ligada ao paraíso perdido.
Fonte: Escrituras Sagradas - Livro de Gênesis.
VTB, Vocabulário de Teologia Bíblica -Ed. Vozes
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Deus plantou para o homem um jardim em Éden (Gn 2,8ss). Sua vida nesse jardim implica o trabalho (Gn 2,15), embora este se revista dum caráter de felicidade ideal que recorda em mais de um pormenor as clássicas descrições da idade do ouro: familiaridade com Deus, livre uso dos frutos do jardim, domínio sobre os animais, harmoniosa união do primeiro casal (Gn 2,18ss), inocência moral que desconhece qualquer sentimento de vergonha (2,25), ausência de morte, que entrará no mundo depois do pecado.
O Senhor Deus passeava no Jardim de Éden. Eles desfrutavam da amizade de Deus e, tinham os frutos da terra em abundância (Gn 3).
O atentado à soberania de Deus, o pecado do orgulho. Esta revolta exprimiu se concretamente pela transgressão de um preceito estabelecido por Deus e representado sob a imagem do fruto proibido. Sobre a árvore do conhecimento do bem e do mal. Este conhecimento é um privilégio que Deus se reserva e que o homem usurpará pelo pecado. A serpente serve aqui de máscara para um ser hostil a Deus e inimigo do homem, o Adversário, o Diabo( cf. Jó 1,6+). Na consciência da sua nudez há uma manifestação da desordem que o pecado introduz na harmonia da criação.O homem pecador se constituiu juiz do bem e do mal, o que é privilégio de Deus.
A vida do homem e da mulher é profundamente afetada; sofrem as consequências de sua transgressão... Os pecados do povo de Deus fizeram de sua morada aqui na terra um lugar de desolação (Jr 4,23). As misérias de sua condição atual que traz consigo as experiências opostas: essa condição, fruto do pecado do homem está ligada ao paraíso perdido.
Fonte: Escrituras Sagradas - Livro de Gênesis.
VTB, Vocabulário de Teologia Bíblica -Ed. Vozes
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